Caderno Diario On-Line

November 27, 2006

Como fazer um inquerito resumidamente.

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Três fases:

  • Antes: a preparação
  • Durante - o inquérito
  • Depois: coordenação dos dados - apresentação dos resultados

I. Fase de Preparação

1. Investigar o quê?

  • Concordar com uma ideia que será o tema do inquérito;
  • É a determinação da hipótese de partida.

2. Precisar a hipótese de - partida

  • A ideia, escolhida é vasta, limitá-la;
  • Basear-se mais nas causas e nas consequências dos fenómenos que nos fenómenos em si mesmo.

3. Estabelecer o questionário

  • Encontrar perguntas gerais;
  • Escalonar estas perguntas em perguntas cada vez mais precisas;
  • A pergunta ideal é aquela à qual se pode responder em poucas palavras;
  • O mesmo problema, pode ser abordado por muitas perguntas diferentes.

4. Decidir o modo do Inquérito

  • Gravador: testemunha fiel de tudo o que foi dito de todas as matrizes. Espanta por vezes certas pessoas.
  • Questionário fechado: Não se responde senão que sim ou não. Oralmente contendo casos.
  • Questionário aberto: Aceitam-se respostas mais detalhadas. Para B e C: não esquecer que faltará verificar os resultados, é desde agora que isto se prevê.

5. Quem interrogaremos?

  • Os que podem responder;
  • Aqueles que é interessante interrogar;
  • Quer seja uma preparação de amostras, representativas, de alta responsabilidade, idade, sexo;
  • Quer sejam responsáveis (presidente da câmara municipal, professor primário, pároco, etc.);
  • Quer sejam pessoas competentes;

II. Fase de Realização

1. Para reencontrar as pessoas

  • Na rua no vai-vem;
  • Pessoas habituadas a fazer entrevistas;

2. Atenção aos meios técnicos

Gravador:

  • Ver se tem fita.
  • Verificar o funcionamento (pilhas).
  • Regular a potência.
  • Ter o micro próximo de quem fala.
  • Articular convenientemente as perguntas postas.

Questionários:

  • Executá-los sempre em dois exemplares.
  • É preferível executá-los pessoalmente.
  • Verificar o papel e o lápis.
  • Munir-se dum suporte (contraplacado) sobre o qual as folhas são fixadas por pinças de desenho.

3. Ao executar o questionário

  • Explicar: Quem é.
  • Porquê este questionário.

4. Respeitar as pessoas interrogadas

  • Garantir o anonimato;
  • Não hesitar dialogar um momento antes de pôr as perguntas;
  • Se se recusarem responder-vos não insistir, desculpar-se e agradecer;
  • Se o interlocutor não quer responder, mas aceita falar com vocês, deixá-lo fazer isso e preencher os questionários depois de o ter deixado.
  • Ser claro no que se diz;
  • Não hesitar mandar precisar e concretizar para não trair o interlocutor;
  • Deixar um tempo de reflexão para o interlocutor;
  • Não insistir numa pergunta, saltar e passar à seguinte;
  • Nunca nomear alguém para obter uma informação.

5. Além disso

  • Fazer uma ficha precisa sobre a entrevista que foi realizada. Entrevistador, local de realização, interlocutor, nome, idade, profissão. Outras informações interessantes. Apreciação geral sobre a entrevista.

III Fase de Síntese (coordenação dos dados - apresentação dos resultados)

1. Transcrever a banda magnética.

2. Reunir e classificar os documentos.

3. Analisar o inquérito pergunta por pergunta.

4. Comparar o resultado da análise e a hipótese de partida.

5. Cada um exprime o que lhe pareceu a entrevista.

6. Escolher um modo de apresentação.

  • Brochura, montagem, exposição, história, som e luz, etc.
  • Modos de apresentação não faltam, mas isto como diria Kipling… É uma outra história.

Os Ateliers de Programação da Descoberta

  • Como preparar e utilizar uma entrevista;
  • Como escolher e ajustar uma fotografia para a tornar expressiva;
  • Realizar um registo sobre magnética;
  • Os croquis do ambiente, paisagem, animais;
  • Os tipos de habitação.

Os Ateliers de Apresentação da Síntese da Descoberta

  • Revelar e ampliar as fotografias;
  • Realizar diapositivos a preto e branco;
  • Montar os diferentes elementos duma fita magnética;
  • Preparar uma montagem audio-visual;
  • Montar uma exposição;
  • Fabricar objectos de artesanato local;
  • Realizar cartazes;
  • Fazer um panfleto publicitário ou um prospecto turístico

October 23, 2006

Trabalhos Académicos

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emoticonTRABALHOS ACADÉMICOS

O que são?

O Trabalho Académico é um estudo realizado pelo aluno, que pode ser apresentado por tese, dissertação ou exposição oral, que implica uma investigação dos dados empíricos ou uma compilação a nível bibliográfico. A amplitude do tema pode ser panorâmico ou monógrafico, na qual o objecto de análise pode ser teórico, histórico ou experimental. Os critérios de elaboração do Trabalho Académico devem seguir regras como: a) Definição clara dos objectivos gerais e específicos; b) Coerência de todo o trabalho com o tema; c) Relação do enquadramento teórico com o objecto de estudo; d) Clareza e correcção de linguagem; e) Procedimentos metodológicos; f) Encadeamento lógico das ideias apresentadas; g) Conclusão e recomendações; h) Referências bibliográficas adequadas.

( fonte IESIG e aula IMP)

Para que servem?

 O Trabalho Académico tem como principal objectivo contribuir para uma conclusão clara ,objectiva e original dos vários elementos de análise que constituem o corpo do trabalho.

Kisy Uyeki

Sofia Marques

Ricardo Vide

Luís Machado

Guilherme Leal

Pedro Ferreira

October 19, 2006

O Catolicismo

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Catolicismo

O Catolicismo (de "católico", por sua vez do grego antigo καϑολικός, "universal") é um nome religioso aplicado a dois ramos do cristianismo. Em uso casual, as pessoas falam de "católicos" ou de "catolicismo", geralmente pretendem indicar os aderentes à Igreja Católica Romana. No entanto, no seu sentido geral (sem o C maiúsculo), o nome é usado por muitos cristãos que: acreditam que são os descendentes espirituais dos Apóstolos em vez de parte de uma sucessão apostólica física; celebram seus cultos de forma litúrgica; crêem em sacramentos como meios de graça; possui uma organização episcopal da Igreja, sendo exemplo disso os católicos romanos. O Credo dos Apóstolos, que diz "Eu acredito… na Santa Igreja Católica…" é recitado todas as semanas em milhares de igrejas cristãs. No seu sentido mais estreito, o termo é usado para referir a Igreja Católica Apostólica Romana, sob o Papado. Estas 24 igrejas sui iurisestão em comunhão total e afirmam ter mais de um bilhão de aderentes, o que as transforma na maior denominação cristã do mundo. As suas características distintivas são a aceitação da autoridade do Papa, o Bispo de Roma, e a comunhão com ele, e aceitarem a sua autoridade em matéria de "fé" e "moral" e a sua afirmação de "total, supremo e universal poder sobre toda a Igreja".Esta denominação é frequentemente chamada Igreja Católica Romana, muito embora o seu nome formal seja apenas "Igreja Católica".

Significado de "Catolicismo"

Os credos e o Catolicismo - A palavra católico surge nos principais credos (definições de fé semelhantes a preces) cristãos, nomeadamente no Credo dos Apóstolos e no Credo Niceno. Os cristãos da maior parte das igrejas, incluindo a maioria dos protestantes, afirmam a sua fé "numa única santa Igreja católica e apostólica". Esta crença refere-se à sua crença na unidade última de todas as igrejas sob um Deus e um Salvador. No entanto, neste contexto, a palavra católico é usada pelos crentes num sentido definitivo (i.e., universal), e não como o nome de um corpo religioso. Neste tipo de uso, a palavra é geralmente escrita com c minúsculo, enquanto que o C maiúsculo se refere ao sentido descrito neste artigo.

Catolicismo

No cristianismo ocidental, as principais fés a se considerarem católicas, além da Igreja Católica Romana, são a Igreja Católica Antiga, a Velha Igreja Católica, a Igreja Católica Liberal, a Igreja Católica Carismática, a Associação Patriótica Católica Chinesa e alguns elementos anglicanos (os "Anglicanos da Alta Igreja", ou os "Anglo-Católicos"). Estes grupos têm crenças e praticam rituais religiosos semelhantes aos do Catolicismo Romano, mas diferem substancialmente destes no que diz respeito ao estatuto, poder e influência do Bispo de Roma.As várias igrejas da Ortodoxia de Leste e Ortodoxia Oriental pensam em si próprias como igrejas Católicas no sentido de serem a Igreja "universal". As igrejas Ortodoxas vêem geralmente os "Católicos" Latinos como cismáticos heréticos que saíram da "verdadeira igreja católica e apostólica" (veja Grande Cisma. Os Patriarcas da Ortodoxia Oriental são hierarcas autocéfalos, o que significa, grosso-modo, que cada um deles é independente da supervisão directa de outro bispo (embora ainda estejam sujeitos ao todo do seu sínodo de bispos). Não estão em comunhão com o Papa e não reconhecem a sua reivindicação à chefia da Igreja universal enquanto instituição terrena. Existem também Católicos de Rito Oriental cuja liturgia se assemelha à dos Ortodoxos, e que também permitem a ordenação de homens casados, mas que reconhecem o Papa Romano como chefe da sua igreja. Alguns grupos chamam a si próprios Católicos, mas esse qualificativo é questionável: por exemplo, a Igreja Católica Liberal, que se originou como uma dissensão da Velha Igreja Católica mas que incorporou tanta teosofia na sua doutrina que já pouco tem em comum com o Catolicismo.

Catolicismo Romano

A principal e maior denominação Católica é a "Igreja Católica Apostólica Romana". Tem esse nome porque todos os seus aderentes estão em comunhão com o Papa e Bispo de Roma e a maior parte das paróquias seguem o Rito Latino ou Romano na prece, embora haja outros ritos. Existem mais de setenta denominações de igrejas brasileiras: como a Igreja Católica Apostólica Brasileira, Velha Igreja Católica, Igreja Católica Carismática, Igreja Católica Conservadora do Brasil, Igreja Católica Primitiva, entre outras.

October 11, 2006

Hello world!

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